sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Desigual


Esse hoje é verdadeiro...

Desigual [Hoje]


Assalto a mão armada
Para ver se leva dignidade

Assalto a mão armada
Pra perder invisibilidade

É a sociedade a conviver com o que criou
É Nike, é Nike e mais tudo o que não partilhou

É a múltipa fome
O que é identidade o bicho-homem come
A pobreza já narrou

E tem grito de desespero:
--- No chão, no chão!

Mais flash de história
Amor em outra forma
Medo na contramão

A indiferença bate na porta
Pra todo mundo um dia é hora
Sem aviso, indicação

O risco é de vida
não sei se de morte, não
Por que triste mesmo
é
ter que temer irmão!

2 Somas:

D.A.Do.Fleming disse...

Minha querida biscalquim, continue a usar a poesia assim, como arma de festim para atingir as mentes dos nauseabundos...

bjao
Daniel FLeming

Ju Damante disse...

Chega ser cômica, a tragédia. Algo tão esperado, ainda assusta, porque acontece inesperadamente.
Mundo insano.

Beijos,